segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Tataraneta Fantasma

 


Zumbis

Os zumbis são, provavelmente, os monstros mais populares que existem. Eles topam participar de qualquer coisa: cinema, teatro, televisão, videogames, quadrinhos e até festas à fantasia!
Mas você não precisa se preocupar com isso, afinal, zumbis não existem de verdade. São apenas monstros que povoam a imaginação das pessoas, como os vampiros e os lobisomens.
Um zumbi é um morto-vivo. Alguém que foi pro beleléu e foi trazido de volta à vida através de feitiços ou produtos químicos. Mas o curioso é que eles voltam meio lerdos, sabe?

Parece que depois de morrer as pessoas não ficam muito espertas, elas nem sabem distinguir uma pessoa normal de outro zumbi. Quase não falam, na maioria das vezes só gemem um tipo de "dãããããããããã", e andam atrás das pessoas pra mordê-las - credo!
Na verdade eles preferem devorar cérebros, que é a parte do corpo das pessoas que eles mais gostam - igual é a picanha na churrascaria, entendeu? De fato eles não precisam comer e beber, mas por algum motivo gostam de morder os vivos de vez em quando, sempre de olho nos seus miolos... 
Joyce e Sandra estudavam no quarto situado no campus da universidade aonde vinham morando por dois anos. A prova que encerraria o semestre seria no dia seguinte. Joyce era a mais estudiosa das duas sempre tirava notas boas e dedicava-se aos estudos a maior parte do seu tempo. Já Sandra era meio louca, era conhecida no campus por suas extravagâncias com a bebida e as drogas. Mesmo assim ela era inteligente e mantinha-se no curso com notas boas.


“Vamos à festa hoje Joyce?” – perguntou Sandra.


“Não, vou estudar até tarde e depois vou logo para a cama. Amanhã eu quero tirar dez na prova, por que se eu conseguir, talvez ganhe bolsa escolar integral.”


“Você e a sua mania de estudar de mais, sai do quarto, aproveita um pouco sua juventude por que você se der conta vai ser tarde de mais. Por exemplo, por dois semestres eu não te vejo com um garoto, nem um encontro se quer e...”


“Eu prefiro me dedicar aos estudos, namoro depois.” – respondeu Joyce interrompendo a amiga.


As duas continuaram os estudos até que a hora da festa chegou. Sandra se arrumou e se despediu de Joyce.


“Tem certeza que não quer ir?”


“Tenho, já pedi uma pizza vou estudar um pouco mais, comer e ir dormir para estar bem preparada para a prova. Te desejo sorte amanhã no teste se eu não te ver até lá.”


Quando ela terminou de falar, alguém bateu na porta.


“Deve ser minha pizza, pede para o entregador entrar.” – disse Joyce olhando a amiga saindo e o entregador entrar.


Sandra foi para festa e como sempre se esbaldou. Decidiu ir dormir no quarto do namorado insistente, mas disse que teria que ir até seu quarto buscar alguns livros e algo para vestir no dia seguinte. Os dois foram andando pelos corredores escuros do alojamento até chegarem ao quarto.


“Odeio essa escuridão dos corredores, eu penso se algum dia eles vão trocar as lâmpadas queimadas. Fica aqui de fora e eu vou ser bem silenciosa porque eu não quero acordar a Joyce.” – disse Sandra ao namorado.<


Ela entrou, foi até o banheiro e pegou sua escova de dente e desodorante. Voltou ao quarto e pode achar suas roupas e alguns livros que precisava, porém não encontrava o livro mais importante e seria quase impossível encontrá-lo com o quarto tão escuro, iluminado somente pela luz da lua que passava pelas frestas da veneziana. Sandra pensou e pensou, mas não se lembrava onde tinha colocado o livro, voltou até a porta do quarto e foi levando sua mão até o disjuntor da luz. Por um impulso momentâneo sua mão parou.


“Deixa o livro pra lá, provavelmente nem vou ter tempo de estudar antes do teste.” – disse sussurrando enquanto saia do quarto na ponta dos pés.


No dia seguinte Sandra olhava nervosa para o relógio, Joyce não estava lá e o teste iria começar em alguns minutos. Ela estava preocupada, pois sabia que o teste era muito importante para a amiga e ela era muito responsável para perdê-lo. “O que teria acontecido com ela?” perguntava-se nervosa.


Joyce nunca pareceu e Sandra mal pode fazer seu teste por estar preocupada com ela. Entregou seu teste correndo ao professor e foi até seu quarto. Quando abriu a porta não pode acreditar, Joyce ainda dormia. Ela entrou no quarto rápido e deixou a porta bater atrás de si.


“Joyce você esta louca? Você perdeu o semestre todo.” – Gritou Sandra cutucando a amiga que dormia de bruços. “Joyce?”


Cutucou a amiga duas vezes, porém não obteve resposta e decidiu vira-la de barriga para cima. O terror tomou conta dela e seu grito ecoou por todo prédio do alojamento. Joyce tinha um buraco fundo na barriga e suas tripas estavam para fora.


Sandra virou-se para a porta para ir pedir ajuda. Seu grito de terror novamente ecoou pelo campus. Na porta de seu quarto estava escrito com o sangue de Joyce: “Feliz por que você não acendeu a luz?”
Já era noite quando quatro amigos chegaram a uma cabine nas montanhas geladas de Montana nos Estados Unidos que alugaram para passar o fim de semana. A neve cobria a casa e os pinheiros em volta e o vento gelado cortava seus rostos com força. Eles olharam para o céu e viram a lua cheia de trás de uma camada grossa e vermelha de nevoeiro. Sorriram uns para os outros, a noite estava mais que perfeita para seus planos.

Eles entraram na cabine, olharam todos os cômodos para confirmar que não havia ninguém. Dois deles foram para fora trazer a bagagem e os outros dois ficaram na sala. Eles foram arrastando os moveis formando um círculo. Quando tudo estava limpo, trouxeram a mesa de jantar para o meio.

Nesse momento os dois que foram para fora entraram na sala carregando um corpo de mulher. Ela estava amarrada e amordaçada. A colocaram em cima da mesa e amarraram seus braços. A mulher chorava e se debatia. Não sabia o que iria acontecer e o que aqueles homens queriam com ela. 

Rapidamente eles começaram a espalhar velas pretas, vermelhas e brancas por toda casa. Quando terminaram vieram ao redor da mesa. Um deles colocou uma cruz virada para baixo em seu ventre. Cada um deles tirou um punhal de seus bolsos e fizeram um corte profundo em cada membro da mulher que gritava e se contorcia. O sangue que saia dela era colocado em pequenos vasos de metal. Depois de um tempo eles molharam suas mãos no sangue e esfregaram no rosto deixando a pele vermelha.

Eles deram a mãos formando um circulo em volta da mulher e começaram a repetir as palavras do ritual. Passados alguns minutos a mulher começou a se contorcer mais forte e a gritar com uma voz que não era a sua. Os quatro gritavam o encanto cada vez mais alto até que as velas se apagaram. A cabine ficou completamente escura. Eles se espalharam pela sala tentando acender as velas. Não foi preciso procurar muito porque elas se acenderam por si.

Eles se assustaram ao ver que a mulher não mais estava amarrada na mesa. Ela estava de pé, seus olhos estavam brancos e sua pele pálida como a de um morto. O ritual para invocar o demônio tinha funcionado.

“Vocês chamaram, eu estou aqui. O que querem?” – disse a mulher com uma voz grossa e rouca.

“Queremos te servir, em troca de alguns favores é claro.” – respondeu um deles.

A mulher soltou uma gargalhada que fez as paredes da casa tremer. Os quatro também tremiam de medo e terror e então eles se ajoelharam.

“Idiotas vocês, acham que podem exigir favores meus? Vou levar vocês para falar direto com o diabo.” - disse ela pulando em cima de um deles.

Ela enforcou o primeiro até a morte, os outros três desesperados tentaram fugir, mas não puderam abrir as portas nem janelas, a casa estava lacrada. 

“Agora experimentem um pouco do que vão sofrer no inferno, sua nova casa.”

Dizendo isso ela soltou um grito ensurdecedor, os três que ainda estavam vivos caíram no chão tentando tapar os ouvidos, mas era em vão, pois o grito estava dentro de suas cabeças. A mulher andou em direção a porta, cada passo que dava deixava uma marca de fogo no chão. Ela saiu da casa e fechou a porta, olhou para dentro por uma das janelas e balbuciando algo fez o fogo das velas e de suas pegadas se espalharem. 

Ela se afastou da cabine que em minutos estava toda em chamas. Observando os homens dentro batendo no vidro jogando cadeiras tentando quebrar o vidro enquanto seus corpos queimavam pouco a pouco ela se contorcia dando gargalhadas.

Horas depois a polícia e os bombeiros encontraram o corpo da mulher deitada na neve e a casa ainda em chamas. A mulher sobreviveu, mas foi incapaz de dizer como foi parar naquele lugar. Nenhum corpo foi encontrado dentro da casa.

Quando você está internado em um hospital, eles colocam no seu pulso uma pulseira branca com seu nome nele. Mas há outras diferentes pulseiras coloridas que simboliza outras coisas. As pulseiras vermelhas são colocadas em pessoas mortas.Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital escola. Ele tinha acabado de terminar uma operação e estava em seu caminho para o porão. Ele entrou no elevador e só havia uma outra pessoa lá. Ele conversou casualmente com a mulher enquanto o elevador desceu. Quando a porta do elevador abriu outra mulher estava prestes a entrar quando o médico bateu no botão fechar e apertou o botão para o andar mais alto. Surpreendeu a mulher repreendeu o médico por ter sido rude e perguntou por que ele não deixou a outra mulher dentroO médico disse "que era a mulher eu só operado. Ela morreu enquanto eu estava fazendo a operação. Você não viu a pulseira vermelha que ela estava vestindo? "A mulher sorriu e levantou o braço ", algo assim?

domingo, 26 de fevereiro de 2012

A próxima vez que você está sozinho em seu quarto, apaga as luzes. Pense em algo em seu corpo que varia de comprimento, como o cabelo. Deve ser claramente visível a partir de sua perspectiva. Pegue uma régua e, olhando no espelho, pegar rapidamente um fio de cabelo de forma aleatória, você deve confundi-lo. Segure-o na melhor posição possível e observar o comprimento. Olhe para baixo. O seu será diferente.
Não olhe para trás para cima.
Não vire as costas para o espelho novamente.
Um déjà vu é realmente uma falha na realidade, e isso indica que algo acaba de ser mudado. Alguém ou alguma coisa deixou de existir, todas as memórias e registros de sua existência apagada para sempre.
Um déjà vu acontece quando eles entram em seu cérebro, quando eles precisam mudar as suas memórias. Talvez para apagar o irmão do mundo. Você sabe, o irmão que você nunca teve.